sábado, 28 de junho de 2014

Meu texto da semana

                                        Um ano singular

   Esse 2014 com certeza é um ano atípico para nosso querido país, o Brasil. Estamos em meio a um turbilhão de novidades, de cobranças e sem dúvida, de observações. O mundo todo está com os olhos voltados para nós, na expectativa, na espreita, na espera “desesperada” dos acontecimentos. Muitas dúvidas cercam esses momentos que estamos vivendo, a Copa do Mundo e daqui a alguns meses as eleições. O que devemos pensar? O que será que pode acontecer?
   Até o momento temos algumas incertezas, muitas críticas, muitos países “falando mal” de nós, muitos protestos e promessas de outros tantos, são inúmeras as particularidades que assombram a ocasião, e nós, simples trabalhadores e ordeiros brasileiros estamos aí no meio dessa batalha, sem saber para que lado correr, em quem confiar ou até mesmo para quem torcer. Não sabemos se o futebol e sua alegria que se comunica facilmente, realmente nos contagiou e o pior, não sabemos se vibrar pelo time verde-amarelo é o mais acertado a fazer. A impressão que temos é que podemos errar a qualquer minuto e sermos punidos, não se sabe por quem, talvez pela nossa própria consciência, pois sabemos que temos muitos problemas sociais para serem resolvidos, somos literalmente um país em frangalhos, estamos beirando o caos em setores primordiais para a sobrevivência de nosso povo, o assistencialismo já não nos basta mais, cansamos de ser bajulados da pior forma possível, queremos o que é nosso por direito, não migalhas.
   Observem...essa é a época mais acertada para fazer isso. Vejam que as transformações são exequíveis, isso está claro aos olhos de todos. E atentem que muitas outras podem acontecer, basta que coloquemos nosso poder de decisão em primeiro lugar, o nosso grito deve ser por mudanças, devemos clamar por algo diferente e não nos deixar enganar facilmente. Devemos acreditar que é possível vivermos melhor, com maior dignidade, devemos crer que o povo vai analisar em quem votar de maneira consciente, sem influência do futebol, de quem vai ganhar ou não essa copa, apesar dessa ser uma de nossas paixões a nossa verdadeira vontade é de que o Brasil dê certo e a chance de conseguirmos um crescimento notável é através de quem elegemos para nos representar, o povo já não se deixa mais influenciar por mazelas ou felicidade passageira, ganharmos ou não o mundial não irá, de maneira alguma, ocasionar modificações nos desejos que temos de mudança no que se refere a política.
 
   O nosso Brasil é maravilhoso, cheio de riquezas, de pessoas do bem, trabalhadoras e que buscam cada vez mais a justiça, a união, a representatividade leal, verdadeira, engajada nas lutas sociais, unidas ao povo e lutando com ele e por ele. Temos muitos sonhos, e devemos acreditar na possibilidade de realizá-los, a Copa do Mundo, eleições, mudança, esperança, o caminho é longo, mas...o ano não espera, vai andando, ou melhor, cavalgando e nós temos que correr, tentar acompanhar, para depois “não chorar sobre o leite derramado.” É pensando bem, realmente esse ano é singular...

                 Roseli da Rosa Vianna

Texto publicado em 26/06/2014 no site http://www.radionova104.com/
                

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