quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Dicas ortográficas

Dicas ortográficas são sempre bem-vindas em se tratando dos fatos que norteiam a língua de uma forma geral
Dicas ortográficas são sempre bem-vindas em se tratando dos fatos que norteiam a língua de uma forma geral


Partindo do princípio de que o conhecimento se concebe como algo incomensurável, dicas, sejam elas quais forem, são sempre bem-vindas. As ortográficas, então... Quanta relevância! O fato é que em se tratando dos estudos linguísticos, dúvidas, de uma forma geral, representam fator de recorrência máxima. Vejamos algumas:

À TOA OU À-TOA? 

É preciso entender o que antes vigorava e o que agora impera, tendo em vista as mudanças oriundas do Novo Acordo Ortográfico. Veja, pois, a explicação:

À toa, denotando o sentido referente “ao acaso”, “a esmo”, “sem fazer nada”, antes já era e depois da nova reforma continua sendo grafada sem o uso do hífen, haja vista que representa uma locução adverbial de modo. Vejamos o exemplo:

Passava à toa todas as manhãs.
Atestamos que indica um fator circunstancial ora relativo ao verbo passar (passava).

À-toa, antes grafado com hífen e agora descrito sem ele (à toa), refere-se a um adjetivo, cujo sentido se demarca por “inútil”, “desocupado”, “insignificante”. Constatemos o caso a seguir:

Não passava de um à toa, pois não demonstrava nenhum interesse em crescer, tanto pessoal como profissionalmente falando.

EXPECTADOR OU ESPECTADOR?


Diversas vezes você se coloca na condição de “ESPECTADOR”, pois assiste a um filme, a uma peça teatral, a um programa de televisão, enfim.

Você também pode se colocar na condição de EXPECTADOR, pois, assim como tantas outras pessoas, mantém uma expectativa acerca de algo, não é verdade?   

ALUGUÉIS OU ALUGUERES?

Saiba que ambas as formas são consideradas corretas, pois “alugueres” representa o plural de “aluguer”, forma usada em textos jurídicos e em Portugal, ainda que antiga.

PROJÉTEIS OU PROJETIS?

Quando se trata de uma palavra paroxítona, cuja tonicidade recai sobre a penúltima sílaba (protil), o plural se demarca por projéteis. Concebida como oxítona, cuja tonicidade recai sobre a última sílaba (projetil), apresenta-se demarcada pelo plural projetis.

O plural de gol segue as mesmas regras das palavras constituídas de tal terminação (-OL)?
Ora, temos os faróis (farol), os anzóis (anzol), entre outras, mas GOL, quando pluralizado, apresenta-se como GOLS, oriundo do inglês goal.
HAMBURGERS OU HAMBÚRGUERES?
O correto é hambúrgueres, no caso do aportuguesamento da palavra em evidência.

Ela teve duas ou mais GRAVIDEZES?
Gravidezes sim, por mais que não seja assim tão recorrente, pois o plural segue as mesmas regras dos substantivos terminados em “z”, como é o caso de raízes, cruzes, gizes, etc.

BLITZE ou BLITZEN ou BLITZES?   
A palavra blitz origina-se do alemão, mas, quando aportuguesada, segue as mesmas regras do nosso idioma, cujo pressuposto se demarca pelo acréscimo da terminação “-es”. Portanto, BLITZES.
CURRÍCULUNS OU CURRÍCULOS?
A forma pluralizada do latim curriculum é curricula. No entanto, quando aportuguesada, tal palavra se expressa assim no plural: currículos.  

OS FAX OU FAXES? 

A forma FAXES é aceita por alguns estudiosos da língua. No entanto, as regras postulam que os substantivos terminados em “x” são invariáveis e demarcados pela indicação de número somente por meio de um determinante (artigo). Logo, opte por dizer “OS FAX”.
Fonte: R7

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Países que falam português

    A língua portuguesa é a quinta mais falada no mundo e a terceira do mundo ocidental, superada pelo inglês e pelo castelhano. Atualmente, aproximadamente 250 milhões de pessoas no mundo falam português e o Brasil responde por cerca de 80% desse total.

    Diante disso, a língua portuguesa é instituída como oficial em Portugal, Ilha da Madeira, Arquipélago dos Açores, Brasil, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Diante da grandiosidade da língua, em países do MERCOSUL é obrigatório o ensino do português como disciplina escolar.

    Existem ainda lugares que utilizam a língua de forma não oficial, assim o idioma é falado por uma restrita parcela da população, são eles: Macau, Goa (um estado da Índia) e Timor Leste na Oceania.

    A dispersão da língua em distintos continentes deve-se principalmente à política de expansão de Portugal, especialmente nos séculos XV e XVI, quando ocorreu a exploração de uma grande quantidade de colônias. Sendo assim, a língua da metrópole foi introduzida e logo se juntou com as culturas locais, formando uma diversidade de dialetos. Essa nova forma de falar o português fora da pátria mãe era denominada de criolo.

    O português é oriundo do latim vulgar (essa variação era apenas falada), língua que os romanos inseriram em uma região ao norte da Península Ibérica, chamada de Lusitânia. A partir da invasão dos romanos na região, praticamente todos os povos começaram a usar o latim, salvo o povo basco. Nesse processo teve início a constituição do espanhol, português e o galego.

    Em sua essência é uma língua românica, ou seja, ibérico-românico, que deu origem também ao castelhano, catalão, italiano, francês, romeno e outros.

    O português se diferencia por meio da variedade de dialetos e subdialetos e no âmbito internacional, pois a língua é classificada em português brasileiro e europeu.






sábado, 28 de dezembro de 2013

Poema do dia

Receita de ano novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)


Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.


Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.


Carlos Drummond de Andrade

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Uso dos porquês

HÁ QUATRO OCORRÊNCIAS DOS PORQUÊS:
1) POR QUE (separado e sem acento): usado nas frases interrogativas, diretas (no início da frase); ou indireta (no meio da frase); sinônimo “por qual razão/motivo” ou apenas “pelo(a) qual”
Exemplos:
Por que você não vai ao cinema? (por qual razão/motivo)
Gostaria de saber por que você não foi à aula. (por qual razão/motivo)
Não sei por que não quero ir. (por qual razão/motivo)
O susto por que passei me abalou. (pelo qual)
2) POR QUÊ (separado e com acento): usado nas frases interrogativas diretas em fim de frase ou sozinho (com ponto de interrogação depois)
Exemplos:
Vocês não comeram tudo? Por quê?
Andar cinco quilômetros, por quê? Vamos de carro.
3) PORQUE (junto e sem acento): sinônimo de pois, uma vez que (…).
Exemplos:
Não fui ao cinema porque tenho que estudar para a prova.
Não vá fazer intrigas porque prejudicará você mesmo.
4) PORQUÊ (junto e com acento): funciona como substantivo, pode ser acompanhado de artigo, de numeral ou ir para o plural, tem significado de “o motivo”, “a razão”. Vem acompanhado de artigo, pronome, adjetivo ou numeral.
Exemplos:
O porquê de não estar conversando é porque quero estar concentrada. (motivo)
Diga-me um porquê para não fazer o que devo.
Dê-me porquês para continuar aqui.
Quero dez porquês para ir à festa.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Dicas de Ortografia

Quando usar S, SS, Z, X...

Para a NOOOOSSA TRISTEZA, não existe nenhuma mágica para aprender a usar corretamente o S, SS, Ç, etc... senão a própria DECOREBA.


Não se preocupe, pois são apenas umas 30 regrinhas para você decorar:


TUDO ISSO?!


USA "S"

1) O S com som de Z aparece entre duas vogais: casa, liso, lesão, asa, vaso, uso, tosa, etc...

Obs: no caso de ESA e EZA, escreveremos EZA caso a palavra derive de um adjetivo. Exemplos:

Triste - tristeza
Safado - safadeza
Nobre - nobreza
Esperto - esperteza
Duro - dureza

2) Palavras terminadas em OSO e OSA: deliciosa, gostoso, apetitoso, carinhosa, horroroso.
exceção: gozo

3) Palavra derivada de outra grafada com S:
Análise - analisar, analisando, analisado, etc...

4) Nas conjugações de "pôr" e "querer": puser, pusemos, quisesse, quisemos, quis

5) Depois de ditongos: coisa, lousa, Neusa, 

6) Palavras terminadas em ASE, ESE, ISE, ISA, OSE: frase, osmose, crise, lactose, tese.
exceções: gaze e deslize

7) Palavras derivadas de verbos terminados em ERTER, ERTIR, CORRER, PELIR, NDER, NDIR:  inversão (inverter), diversão (divertir),  concurso (concorrer), expulso (expelir), defesa (defender), fusão (fundir)

8) Usa-se "s" no sufixo INHO quando a letra fizer parte do radical de origem. Caso contrário, usa-se "z": Teresinha (Teresa), casinha (casa), mulherzinha (mulher), pãozinho (pão). 




USA "S" OU "Z"

1) Usa-se ISAR se a palavra de origem for escrita com S: analisar (análise), pesquisar (pesquisa), improvisar (improviso). Caso contrário, se a palavra de origem não for escrita com S, usa-se IZAR: aterrorizar (terror), economizar (economia), modernizar (moderno, modernidade)


2) Sufixos ÊS e ESA  na formação de palavras que indicam, profissão, nacionalidade o títulos de nobreza: chinês, francesa, poetisa, profetisa, marquesa, marquês, baronesa, burguês, inglesa, etc...
exceção: juíza (feminino de "juiz", que se escreve com "z")

Sufixos EZ e EZA quando forem substantivos abstratos originados de adjetivos (indicarem qualidade): limpeza (limpo), sutileza (sutil), boniteza (bonito), tristeza (triste), timidez (tímido).


3) Derivadas de palavras escritas com S são escritas com S: visitante (visita), casar (casamento),parasitar (parasita), paralisar (paralisia).
Derivadas de palavras escritas com Z são escritas com Z: enraizar (raiz), realizar (realização). 

USA "SS"

1) Derivados de verbos terminados em DIR, TIR, MIR, TER, DER: agredir (agressão), permitir (permissão), imprimir (impressão), remeter (remissão), conceder (concessão)

2) Superlativos sintéticos : lindíssimo, belíssima, felicíssimo, fortíssimo 

3) Pretérito imperfeito do subjuntivo dos verbos: se eu colhesse, se tu colhesses, se ele colhesse, se nós colhêssemos, se vós colhêsseis, se eles colhessem. 

4) Palavras compostas onde se dobra o "s": mini + saia = minissaia; homo + sexual = homossexual, pluri + significação = plurissignificação. 

5) Derivados de palavras terminadas em CEDERPRIMIR, GREDIR, METER: excesso (exceder), concessão (conceder), impressão (imprimir), depressão (deprimir), progresso (progredir), agressão (agredir), compromisso (comprometer), promessa (prometer), 

USA "XS" ou "XC"

Em dígrafos que tem o mesmo som de "SS": excêntrico, excedente, exsudar.

USA "SÇ"

Na conjugação de determinados verbos: nascer (nasço, nasça), descer (desço, desça), etc...

USA "Ç"

1) Palavras terminadas em ESCER ou ECER: anoiteça (anoitecer), aconteça (acontecer), desça (descer) 

2) Palavras de origem árabe, indígena ou africana: paçoca, muçulmano, mçanga

3) Palavras derivadas de primitivas grafadas com "ç": embaçar, embaçado, embaçou... 

4) Palavras derivadas de primitivas terminadas em TO: canção (canto), exceção (exceto), junção (junto)

5) Palavas terminadas em ÇÃO derivadas do verbo TER, terminadas em TOR ou em TIVO: detenção (deter), contenção (conter), manutenção (manter), infração (infrator), redação (redator), seção (setor), introspecção (introspectivo), intuição (intuitivo), relação (relativo)

6) Palavras derivadas de verbos dos quais se retira a desinência "R": educação (educar), importação (importar), fundição (fundir)

7) Após ditongo quando tiver som de "s": eleição


USA "X"

1) Depois de ditongo: caixa, peixe

2) Depois da sílaba inicial EN ou ME: enxaqueca, enxurrada, mexer, mexilhão

exceções: encher, encharcar, enchumaçar e seus derivados
exceções: mecha e seus derivados

3) Palavras de origem indígena ou africana: xavante, xangô 

USA "CH"

1) Palavras derivadas de primitivas que tenham o CH: enchoçar (choça)


Palavras escritas com SC
abscesso, abscissa, adolescente, adolescência, arborescer, ascendente, ascensão, acréscimo, condescendente, consciência, crescer, descender, descendente, descer, discente, discernir, disciplina, discípulo, fascículo, fascinar, florescer, intumescer (inchar), imprescindível, irascível, isósceles, juvenescer, miscigenação, nascer, obsceno, oscilar, piscina, plebiscito, prescindir, rejuvenescer, reminiscência,rescisão, ressuscitar,suscitar, suscetível, transcender, víscera


Palavras escritas com XC:
exceção, exceder, excelente, excepcional, excesso, exceto,excetuar, excipiente, excitar



Fonte: Gramática online

Resumo do livro Os Miseráveis de Victor Hugo - Leitura do 3° ano

                                                       Os Miseráveis


              O romance “Os miseráveis” é muito comovente e emocionante. Pois narra a triste história de Jean Valjean, um homem muito pobre que para salvar a família da fome é forçado a roubar um simples pão. Desde então é condenado e preso pela polícia. Porém, quando está terminando de cumprir a pena ele foge e acaba sendo condenado novamente. Fez isso algumas vezes e infelizmente passou 19 anos preso por ter roubado apenas um pão.
               Ao ganhar a liberdade ele sai na cidade à procura de um lugar para dormir e se alimentar. Entretanto, é expulso de todas as hospedarias, pois os donos o consideravam como um dos piores bandidos já existentes. Com frio e fome ele bate à porta da casa de um bispo que o acolhe com dedicação, por mais que soubesse de quem se tratava. Jean Valjean rouba castiçais e alguns talheres do bispo. Mas, logo depois é pego pela polícia que o leva até a casa do bispo. Este por sua vez, mente dizendo que havia dado os objetos para o hospede e o perdoa.
             Arrependido, Jean Valjean percebe o quanto é hipócrita e decide praticar a honestidade e o bem ao próximo. Na Alemanha ele se torna prefeito e dono de uma fábrica. Embora fosse rico sempre foi procurado da justiça pelo inspetor Javert. Um homem muito severo e dedicado à profissão que exercia. Porém Jean sempre escapava das emboscadas, pois era habilidoso e forte. Quando mudou de identidade e passou a se chamar Madeleine, conheceu uma mulher chamada Fantine. Ela tinha uma filha chamada Cosette, a qual morava com a família dos Thénardier, pois sua mãe não tinha condições financeiras para criá-la. Cosette trabalhava na casa dos Thénardier como se fosse uma escrava. Apanhava e era humilhada pelas filhas do casal. No entanto, sua mãe não sabia. Certo dia Fantine faleceu e Jean Valjean como havia prometido para ela foi à busca de Cosette. Chegando lá, leva a menina para morar consigo. Jean passou a criar Cosette e a considerá-la como filha, oferecendo-lhe carinho e amor paterno.
             Cosette com o tempo conheceu um rapaz com o qual se casou anos depois. Seu pai adotivo Jean, passou a morar sozinho. De tempos em tempos, era visitado pela filha e o marido. Contudo a ausência da filha durante alguns meses o fez adoecer fortemente. Sabendo disso Cosette foi visitá-lo. Porém, ao chegar lá, ele estava quase morrendo. Mas, com a presença da filha sentiu-se aliviado e morreu em seus braços.
          Em seu túmulo estava apenas escrito em uma pedra sem identificação a seguinte frase: “Ele dorme. Embora a sorte lhe tenha sido adversa. Ele viveu. Morreu quando perdeu seu anjo; Partiu com a mesma simplicidade; como a chegada da noite após o dia”.

                                    Biografia do autor


             Victor Hugo nasceu em 26 de fevereiro de 1802 e faleceu em 1885, na França. É considerado o principal nome do romantismo francês. Escreveu muitos poemas e romances lembrados até hoje. Entre eles, O Corcunda de Notre Dame e Os trabalhadores do mar. A obra de Victor Hugo supera seu tempo. Retrata com profundidade a condição humana e todos os níveis da sociedade, dos nobres aos excluídos. Suas personagens possuem vida própria, pois são capazes de denunciar a miséria, a falta de justiça e a necessidade de construir um mundo melhor.






   
Fonte: Blog Vida Estudantil

sábado, 21 de dezembro de 2013

Lista de leitura obrigatória/2014 - 3º ano

3ºano do Ensino Médio - Escola Rocha Pombo

* Grande Sertão: Veredas - Guimarães Rosa
* Os Miseráveis - Victor Hugo
* Vidas Secas - Graciliano Ramos
* Triste Fim de Policarpo Quaresma - Lima Barreto
* Capitães de Areia - Jorge Amado
* Clarissa - Érico Veríssimo
* Os Sertões - Euclides da Cunha
* Cidades Mortas - Monteiro Lobato
* Macunaíma - Mário de Andrade
* O Homem Nu - Fernando Sabino
* Os Ratos - Dyonélio Machado
* Feliz Ano Novo - Rubem Fonseca