domingo, 27 de abril de 2014

Clube de Leitura "Portas do Conhecimento"

Resenha do livro "A Cabana", de William P. Young.


A Cabana conta a história de Mackenzie Allen Phillips, que durante muito tempo viveu imerso em um mar de dor e sofrimento ocasionado pelo sequestro e morte de Melissa, sua filha mais nova. Mack, qual também é denominado, nunca foi um beato e, desde a perda de Missy, forma carinhosa pela qual chamavam a Melissa, sua relação com o Celestial deteriorou. Transcorrido algum tempo desde o nefasto ocorrido, em uma manhã gelada de inverno, Mack recebe um misterioso bilhete até então supostamente escrito por Deus, convidando-o a volver a cena do homicídio de Melissa, uma cabana vetusta e de dificílimo acesso à cidade de Joseph. A vida de Mackenzie Allen Phillips nunca mais seria a mesma após retornar ao palco de sua recordação mais dantesca e pesarosa...

Willie, um amigo de Mack é quem narra à história, sendo seu foco, portanto, relatar o que se passou com seu amigo durante sua estada à cabana. Este livro está dividido em prefácio, dezoito capítulos, um posfácio, uma parte dedicada aos agradecimentos do autor. Cada capítulo possui sob o título uma citação de autores distintos.

Mackenzie Allen Phillips teve uma infância muito difícil, seu pai era alcoólatra, agredia a esposa e a ele com assiduidade. Aos treze anos Mackenzie fugiu de casa, e desde então nunca mais reviu nem seu pai nem sua mãe. Passou por muitas dificuldades, até que casou-se com Nan, com quem teve cinco filhos: Jon, Tyler, Josh, Katherine (Kate) e Melissa.

Mack decide por fazer um passeio de férias com Missy, Kate e Josh, eles vão até uma Reserva na cidade de Joseph. Mack estava se preparando para seguir viagem quando a canoa em que Kate e Josh faziam um passeio, – cedida por seus novos amigos do camping – vira e Josh não consegue emergir, Mack sai em disparada para salvar a Josh e também a Kate – embora esta tenha conseguido emergir -, deixando Missy sozinha perto do trailer. Quando retornam não encontram a Missy, e assim, dá-se inicio a uma procura pela menina. A melhor pista que conseguem é que uma criança trajando semelhante à Melissa fora levada em um jipe verde por um homem desconhecido.

 As autoridades encontram na cena do crime um broche de joaninha com detalhes específicos que o FBI após examinar percebe ser a assinatura do Matador de Meninas, um misterioso assassino do qual nada se sabia, exceto essa peculiar assinatura. Qual supracitado, algum tempo depois se descobre uma velha cabana, onde encontram o vestido que a menina trajava e uma poça de sangue...

Os anos passam e, em uma fria manhã de inverno, sozinho na residência de sua família, Mackenzie decide sair à rua e conferir sua caixa de correspondências - nevara a noite toda e ainda o sucedia -, o gelo cobria todo caminho, deixando-o escorregadio, com muita dificuldade Mack chega até a o portão, quando retira a correspondência, surpreende-se com um bilhete singelo no qual o signatário “Papai” o convidava a retornar à cabana. Pensando ser uma brincadeira de mau gosto, ele retorna a casa, porém, no trajeto de volta ele escorrega e fere-se. Já em sua sala-de-estar, ele resolve checar se o tal bilhete era uma brincadeira de seu carteiro, mas, para sua surpresa, o tal sequer conseguira chegar à sua rua, dada as condições do trajeto ocasionadas pela nevasca.

Mack decide não falar nada para sua família por tratar-se de um assunto doloroso. Não obstante, colhendo do ensejo de uma viajem que Nan faria com as crianças para a casa de sua irmã, Mackenzie dirime por ir à cabana. Pede a seu amigo Willie o jipe emprestado, este preocupado com o amigo cede-lhe inclusive uma arma para no caso de ser o assassino, Mackenzie poder se defender.

Depois de chegar à cabana e encontrar com a Santíssima Trindade personificada de uma forma muito peculiar pelo autor, Mack passa por um processo de aproximação de Deus. Aos poucos Mackenzie vai aceitando e aprendendo a lidar com a tragédia que abalou não apenas a sua vida, mas a de sua família toda. Papai era na verdade, uma forma afetuosa pela qual Nan chamava a Deus.

Durante sua estada, Allen trava muitos diálogos cujos temas envolvem religião, fé, e claro, a perda de sua filha. Nosso protagonista aprende a perdoar e, no decorrer do tempo vai se distanciando de seu pesar. Perto do fim de sua estada na cabana com a Santíssima Trindade, Deus resolve levá-lo para um passeio – a esta altura Mackenzie já havia passado por inúmeras experiências e mudado muito – essa excursão seria a parte final, por assim dizer, de sua jornada na cabana, Papai mostra a Mack onde estava o corpo de Missy e, juntos, transladam-no de volta a choupana. Ao chegarem, Jesus havia preparado um esquife de madeira para depositarem os restos de Melissa e, no jardim que Sarayu (nome dado pelo autor ao Espírito Santo) havia limpado uma área, foi inumada a criança.

Quando Mack retonava à sua residência, sofre um acidente de carro e passa dias internado em estado grave em um hospital. Para surpresa de nosso protagonista, ele nunca chegara à cabana... Na sua jornada rumo ao tugúrio um carro cruza o sinal vermelho colidindo com o seu jipe, ele passa três dias internado em estado de profundo coma. Mas, após se recuperar, junto com a polícia de Joseph, ele vai até o local onde estivera com Deus – ao menos em sonho - para resgatar o corpo de Melissa e, para assombro de todos, lá estava! Algum tempo depois, a polícia através das pistas encontradas no local onde o corpo de Missy foi esconso pelo Matador de Meninas, pode efetuar a prisão deste. Mackenzie depôs no julgamento do mesmo e explanou como encontrou o local, por mais inacreditável, comovente e surpreendente que fosse.

Embora este livro demonstre-se surreal, puramente fictício, e, em alguns momentos passar a impressão de que autor é um alienado, a ideia por detrás da narrativa é interessante e, a própria história chega a ser comovente.  Devo admitir que, achei algumas coisas um pouco difíceis de deglutir, mas muitas das ideias que Young insere nas práticas entre a Santíssima Trindade e Mackenzie vai ao encontro de minha visão acerca de fé e religião. Muito mais importante que seguirmos uma religião, é termos fé e confiança em Deus e seus desígnios. De nada adianta sermos excessivamente devotos a uma religião, se não o fazemos de coração. Não existe uma religião boa ou má, desde que sua crença seja em Deus na sua plenitude e ela lhe trouxer paz, então ela é boa. Deus é um só, não importa o credo, se espírita, católico, protestante, budista ou judeu. Nenhum ser humano detém a verdade, somos falhos e insignificantes ante a magnificência do Divino. A forma que William retratou a Santíssima Trindade foge dos padrões tradicionais, porquanto supracitei que em alguns momentos o autor parece ser um alienado e tudo mais, porém de certo modo compreendo esta escolha: ele visa quebrar essa imagem convencional que temos, mostrando que o Celestial está acima de todos os nossos conceitos prévios e circunscritos. Ou como ele próprio diz “nada é um ritual”. Deus que é infinito vê, pensa e age de uma forma muito além do que nós, seres humanos limitados somos capazes de compreender.

Por mais que esta história possa parecer surrealista, e por mais complexa que seja a forma qual o literato visa expressar e levar ao público a sua ideia, eu recomendo esta obra a todas as pessoas que têm ou que buscam uma ideia de fé livre de certos dogmas e convenções que discriminam e que julgam. Liberdade não é sinônimo de libertinagem. O que o autor tenta oferecer é uma visão mais ampla da fé, dentro dos princípios bíblicos, é claro. É um livro iconoclasta quando comprado a nossas convenções sobre a face da fé. Trata-se de um escrito dirigido a um publico mais maturo por que exige bastante reflexão. É um texto a ser debatido, pois qual disse, possui algumas coisas difíceis de deglutir e, além do mais, cada um de nós vê as coisas apenas sob uma óptica, sob sua orientação religiosa.

Fonte: http://livredialogo.blogspot.com.br/

Orações Subordinadas - Turma 311

                                           Período composto por subordinação 

   No período composto por subordinação sempre aparecem dois tipos de oração: oração principal e oração subordinada.

Oração principal: é um tipo de oração que no período não exerce nenhuma função sintática e tem associada a si uma oração subordinada.
Oração subordinada: é toda oração que se associa a uma oração principal e exerce uma função sintática (sujeito, objeto, adjunto adverbial etc.) em relação à oração principal.


As orações subordinadas classificam-se, de acordo com seu valor ou função, em:
a) Oração Subordinada Substantiva
b) Oração Subordinada Adjetiva
c) Oração Subordina Adverbial

Orações subordinadas substantivas 

As orações subordinadas substantivas podem ser de seis espécies:

1ª Subjetivas: são aquelas que exercem a função de sujeito em relação a outra oração. Exemplos:
Importa estudar continuamente
Sabe-se que a situação econômico-financeira ainda vai ficar pior.
Convém que não saias da classe.
Facilita encontrar o sujeito de uma oração interrogar o verbo da oração:
Importa o que?; o que se sabe?; o que convém?

2ª Objetivas diretas: são aquelas que exercem a função de objeto direto de outra oração.
Informamos que os alunos sairão pela porta dos fundos.
Amaral não sabia como realizar o sorteio.
Responda se conhece o novo time do Flamengo.
Olha como tudo terminou bem!
Penso que eles viajarão amanhã cedo.
Temo que Marcos saia ferido.
Pedi que saíssem da sala.
Vi-o correr.

3ª Objetivas indiretas: são aquelas que exercem a função de objeto indireto de outra oração, isto é, ligam-se à oração principal mediante preposição. Exemplos:
Preciso de rever todas as provas.
Cláudia não gostou das provocações e insinuações.
O acidente obstou a que chegássemos mais cedo.
O jovem obedeceu a todos que lhe são superiores.
A identificação do objeto indireto é realizada mediante o seguinte procedimento: quem precisa, precisa de alguma coisa; quem gosta, gosta de alguma gosta; quem obedece, obedece a alguma coisa; e assim por diante.

4ª Completivas nominais: são aquelas que completam o sentido de um substantivo, adjetivo ou advérbio. Exemplos:
Ivo tinha esquecido de que sua proposta não agradara.
Alencar estava esperançoso de que tudo se resolveria.
A opinião de que Luís desistirá do estudo é conclusão precipitada.
Assim como alguns verbos exigem objeto que lhes complete o sentido, há algumas palavras que necessitam de outras que lhes completem o sentido. Assim, pode-se à semelhança dos verbos, perguntar: acordo de que?; esperançoso de quê?; opinião de quê? (ou sobre o quê?); medo de quê? A resposta a estas perguntas constitui o complemento nominal.

5ª Predicativas: são aquelas que funcionam como predicativo do sujeito. Exemplos:
O bom é que você não desconfia nunca.
O mal é você ficar de braços cruzados.
O certo é que Sérgio não se casará.
A falácia é que para ficar rico é preciso ficar pobre.
Não se deve confundir oração predicativa com oração subjetiva. Exemplos:
É certo que o Vasco não ganhará do Flamengo = subjetiva.
A oração grifada funciona como sujeito
O certo é que o Vasco não ganhará do Flamengo = predicativa
A oração grifada funciona como predicativo do sujeito.

6ª. Apositivas: são aquelas que funcionam como aposto. Exemplos:
Sua instrução foi única: estudar sempre
Pedi-lhe um favor: que me chamasse às sete horas.
O aposto é uma foram de adjunto adnominal, que é constituído de uma palavra ou expressão em aposição, exemplificando um ou vários termos expressos na oração. Note-se nos exemplos que estudar sempre explica a frase inicial, determina qual foi sua instrução; qual foi o favor pedido.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Morre o célebre escritor colombiano Gabriel García Márquez

   Autor de grandes obras como “Cem Anos de Solidão” e “O Amor nos Tempos do Cólera” venceu o Nobel de Literatura de 1982.


Escritor Gabriel García Márquez
Escritor Gabriel García Márquez ganhou o prêmio Nobel pelo conjunto de sua obra, em 1982
 Morreu hoje o notável escritor e jornalista colombiano Gabriel García Márquez. Após passar oito dias internado em hospital da Cidade do México, devido a uma pneumonia, seu quadro de saúde permaneceu delicado. Segundo rumores levantados pelo jornal El Universal, ele estaria se tratando de câncer nos pulmões, gânglios e fígado, mas a informação não foi confirmada pela família. Em 1999, foi diagnosticado com um câncer linfático, mas superou a doença.
  Vencedor do prêmio Nobel de Literatura de 1982, o autor foi um ícone da literatura latino-americana e um dos mais renomados representantes do movimento do “realismo fantástico”. Entre seus livros consagrados estão “Cem Anos de Solidão”, “O Amor nos Tempos do Cólera”, “Crônica de Uma Morte Anunciada” e, mais recentemente, “Memória de Minhas Putas Tristes”.
  García Márquez, também chamado carinhosamente de Gabo, nasceu em 6 de março de 1927, na cidade de Aracataca, Colômbia. Em janeiro de 1929, seus pais se mudaram para o município de Barranquilla, mas o futuro escritor permaneceu na cidade natal, sob a guarda de seus avós maternos, Nicolás Márquez e Tranquilina Iguarán. Mais tarde, essas pessoas exerceriam grande influência sobre as histórias criadas pelo autor.
  Aos oito anos de idade, com a morte de seu avô, mudou-se para Barranquilla, onde voltou a viver com os pais. Foi nessa cidade que recebeu sua base escolar e iniciou seu mergulho no universo literário, escrevendo poemas e tirinhas de humor. Durante o ensino médio, morou em Bogotá, cidade em que, em 1947, começou o curso de Direito, na Universidad Nacional de Colombia, para agradar a seu pai.
  No ano seguinte, os protestos do chamado “Bogotazo” fecharam a universidade onde estudava e atearam fogo à pensão onde vivia. Esse episódio levou Gabo à Universidad de Cartagena e a seu primeiro emprego como repórter, no jornal El Universal. Sua carreira jurídica, no entanto, não vingou, já que, em 1950, desistiu da faculdade para trabalhar no El Heraldo, como repórter e colunista, na cidade de Barranquilla, lugar em que desenvolveu ainda mais seu talento literário.
  Em 1954, o jornalista e escritor passa a trabalhar no jornal El Espectador, mesmo título que publicou seu primeiro conto (em 1947). Lá, redigiu reportagens e críticas de cinema, além da série de crônicas “Relato de um Náufrago”, sobre o marinheiro que sobreviveu a um naufrágio no Caribe, em 1955. A obra gerou grande controvérsia, já que contestava a versão oficial sobre a causa do acidente, e, por isso, García Márquez acabou por ser enviado para ser correspondente em Paris. Nessa época, ele já era casado com Mercedes Barcha, com quem teve dois filhos, Rodrigo e Gonzalo.
  Além da “Cidade Luz”, também foi correspondente em Nova York, em 1961, em nome da agência de notícias cubana Prensa Latina. Porém, o conteúdo de suas reportagens e sua amizade com Fidel Castro, em plena Guerra Fria, desagradaram as autoridades americanas e, por isso, ele e a família se mudaram para o México, onde passaram boa parte da vida. Nos anos 70, também viveu em Barcelona, nos últimos anos de governo de Francisco Franco.
O reconhecimento internacional de seu trabalho literário veio com a publicação de “Cem Anos de Solidão”, em 1967, que traz em suas páginas o estilo da escola do realismo fantástico que marcou os livros do escritor. A partir daí, recebeu diversas homenagens, como o Premio Neustadt e o Premio Rómulo Gallegos (1972), título de doutor honoris causa da Universidad de Columbia, em Nova York (1971), e o Nobel de Literatura (1982), pelo conjunto de sua obra.

Fonte:G1

Resumo de Livros

   Aqui você encontra uma seleção dos resumos de livros mais pedidos no vestibular e salas de aula, são clássicos da literatura brasileira, portuguesa e mundial. Mas lembre-se: devem apenas ser usados como complemento de leitura.

Lista dos resumos em ordem alfabética:


domingo, 13 de abril de 2014

Clube de Leitura

   Hoje gostaria de dividir um texto com vocês, que sempre me comove. Não consigo ler e não chorar...
LINDO...Emocionante, tocante, simplesmente maravilhoso!!
Só quem ama ler para entender..

Esse é o Discurso feito pelo poeta Federico García Lorca na inauguração da biblioteca de sua cidade natal "Fuente Vaqueros" em Granada, Espanha em setembro de 1931.


                                                          Meio pão e um livro

"Quando alguém vai ao teatro, a um concerto ou mesmo a uma festa de qualquer índole que seja, se a festa é de seu agrado, imediatamente lembra e lamenta que as pessoas que ele ama não se encontrem ali. «Minha irmã e meu pai gostariam de estar aqui», pensa, e não desfruta mais do espetáculo, a não ser através de uma leve melancolia. Esta é a melancolia que eu sinto, não pela gente de minha casa, o que seria pequeno e ruim, mas por todas as criaturas que por falta de meios e por desgraça não desfrutam do supremo bem da beleza que é vida e bondade, serenidade e paixão.

Por isso nunca tenho um livro, porque presenteio todos que compro, que são numerosos, e por isso estou aqui honrado e contente em inaugurar esta biblioteca da cidadezinha, a primeira seguramente de toda a província de Granada.

Não só de pão vive o homem. Eu se tivesse fome e estivesse à míngua na rua não pediria um pão; pediria meio pão e um livro. E daqui eu ataco violentamente aos que somente falam de reivindicações econômicas sem jamais apontar as reivindicações culturais que é o que os povos pedem aos gritos. Bem está que todos os homens comam, porém que todos os homens saibam. Que desfrutem de todos os frutos do espírito humano porque o contrário seria convertê-los em máquinas a serviço do Estado, seria convertê-los em escravos de uma terrível organização social.

Eu tenho muito mais pena de um homem que quer saber e não pode, do que de um faminto. Porque um faminto pode acalmar sua fome facilmente com um pedaço de pão ou com umas frutas, porém um homem que tem ânsia de saber e não possui os meios, sofre uma terrível agonia porque são livros, livros, muitos livros o que necessita e onde estão estes livros?

Livros! Livros! Aqui está uma palavra mágica que equivale a dizer: «amor, amor», e que deveriam pedir os povos como pedem pão ou como desejam a chuva para suas colheitas. Quando o insigne escritor russo Fedor Dostoievski, pai da revolução russa muito mais que Lênin, estava prisioneiro na Sibéria, afastado do mundo, entre quatro paredes e cercado por desoladas planícies de neve infinita; e pedia socorro em carta a sua família distante, somente dizia: «Envia-me livros, livros, muitos livros para que minha alma não morra!». Tinha frio e não pedia fogo, tinha uma sede terrível e não pedia água: pedia livros, ou seja, horizontes, escadas para subir a montanha do espírito e do coração. Porque a agonia física, biológica, natural, de um corpo por fome, sede ou frio, dura pouco, muito pouco, mas a agonia da alma insatisfeita dura a vida inteira.

Já disse o grande Menéndez Pidal, um dos sábios mais verdadeiros da Europa, que o lema da República deve ser: «Cultura». Cultura porque somente através dela se pode resolver os problemas que hoje debate o povo, cheio de fé, porém falto de luz".

Fonte: https://www.facebook.com/pages/Eu-amo-leitura/

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Sites para baixar Literatura grátis

http://colegioconexaoserradamesa.com.br/public/material/material_1ano_em_livro_vidassecas.pdf

https://www.google.com.br/search?q=sobre+livros&ie=utf-8&oe=utf-8&rls=org.mozilla:pt-BR:official&client=firefox-a&channel=np&source=hp&gfe_rd=ctrl&ei=YlkfU96LD8Li_AbSioGIAg&gws_rd=cr#channel=np&q=45+livros+classicos+da+literatura+brasileira&rls=org.mozilla:pt-BR:official

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Gabarito Turma 311

                                 Orações Coordenadas

1- a) oposição
     b) letra c

2-  letra a

3- F V V

4- Resposta pessoal, porém observar o sentido do período.

5- a) ...mas não o deixem entrar.   Adversativa
    b) ...mas tive uma tarde ocupada.    Adversativa
    c) ...mas também preocupa-se em não exaurir a natureza.    Aditiva
    d) ...mas nem sempre a preserva.    Conclusiva
    e) ...ou estamos com os dias contados.    Alternativa